sexta-feira, 15 de março de 2019

João fala sobre possível afastamento de Livânia e aponta ‘exploração política’ da Calvário

O governador João Azevêdo (PSB) declarou, em entrevista concedida à TV Cabo Branco na quinta-feira (14), que há uma ‘exploração política’ da Operação Calvário e que a secretária Livânia Farias vai permanecer no cargo enquanto durarem as investigações. “Não há sequer indiciamento”, argumentou. “O que há é a exploração política por parte de setores que não conseguem entender a derrota no processo eleitoral do ano passado”, disse, insinuando em seguida que Livânia seria de fato afastada caso fosse indiciada.

João procurou, ainda, afastar o governo das investigações do Ministério Público. “É um equívoco realizado por falta de informação ou má fé. O que está sendo apurado é o contrato da organização [Cruz Vermelha] com seus fornecedores. Se há prolema, o Ministério Público vai identificar”, finalizou.


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Polícia Civil realiza operação e prende criminosos acusados de roubo em cidade do Cariri

A Polícia Civil por meio das Delegacias de Riacho de Santo Antonio e de Alcantil, com apoio do GTE/11 DSPC e Delegacia de Queimadas, deflagraram uma operação na manhã desta quinta-feira(14) para dar cumprimento a mandados de prisão de busca e apreensão.

Com o fruto da ação policial, foram presos Luís Manoel do Nascimento Neto e Riuston Clayton Nabuco Silva, que foram reconhecidos pelas vítimas como autores de um roubo ocorrido no Sítio Tanque Raso, área rural de Riacho de Santo Antônio, em crime realizado no último dia 28 de outubro de 2018.

Após diligências pela cidade, os suspeitos foram identificados e suas prisões requeridas junto ao juízo da comarca de Boqueirão. Após cumprimento dos mandados, os presos foram encaminhados para a carceragem da Central de Polícia em Campina Grande, onde ficarão à disposição da justiça.

Com Cariri na Net
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Investimento em saneamento cai 62% na PB, diz levantamento

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) diminuiu em 62,36% os investimentos (saneamento básico, distribuição de água e contratação de temporários) entre os anos de 2017 e 2016. O dado é o mais recente do 23º Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos (SNIS-AE), documento publicado nessa terça-feira (12) pela Secretaria Nacional de Saneamento (SNS) do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Conforme o estudo, a Cagepa investiu R$ 56 milhões em 2015; R$ 183,3 milhões em 2016 (aumento de 227,32% com relação a 2015); e R$ 69 milhões em 2017 (diminuição de 62,36% com relação a 2016).

Questionada sobre a diferença de valores entre os anos, a Cagepa afirmou que o alto valor de investimento em 2016, se comparado com 2015 e 2017, após planilhas de investimento da Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Seirhmact) serem inseridas nos investimentos da companhia.

Rede de água e esgoto
Além do investimento, o estudo também apontou índices de cobertura da rede de distribuição de água e da rede coletora de esgoto, no qual é mostrado que 90% dos municípios paraibanos são cobertos por rede de distribuição de água, mas o estado só possui entre 40% e 70% de municípios com rede coletora de esgoto.

Conforme a Cagepa, a companhia vem investindo em obras de extensão de redes, construção de adutoras, estações de tratamento de água e automação desses sistemas por toda a Paraíba para que o total de municípios cobertos pela rede de distribuição chegue a 95%

“Nos últimos oito anos, os índices de atendimento urbano de água saíram de 92% para 95%. Porém, é importante destacar que esse número não foi maior devido à seca que atinge a Paraíba já há oito anos. Várias cidades com sistemas de água já prontos para funcionar, porém encontram-se desativados por falta de água nos mananciais. Se os reservatórios estivessem com água, esse percentual estaria muito próximo dos 100%. Para os próximos anos, já estão previstos mais de R$ 26 milhões em obras para abastecimento de água na Paraíba”, informou a Cagepa.

Sobre saneamento, a companhia disse que vem elevando a quantidade de população atendida por esgotamento sanitário e que já investiu R$ 78 milhões nessa área nos últimos anos e que existem seis obras em andamento e sete previstas, que irão aumentar a cobertura de atendimento na Paraíba.

“A população urbana atendida por esgotamento sanitário em 2010 era de 685.982 habitantes. Em dezembro de 2017, esse número subiu para 1.155.097 habitantes. Isso significa um crescimento, nos últimos sete anos, de 68,39% em população atendida. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, que utiliza dados do SNIS, João Pessoa e Campina Grande estão entre as cidades mais saneadas do Brasil. Nas cidades que já contam com sistemas de esgotamento sanitário, o índice de cobertura saiu dos 40% para 54%”, argumentou a companhia.

Desperdício de água
O levantamento também apontou aumento no desperdício de água na rede de distribuição, saindo de 36% em 2016 para 38,4% em 2017, alta de 6,67%. Na Capital, o índice de desperdício na rede de distribuição também subiu, saindo de 38,6% em 2016 para 39,5% em 2017.

De acordo com a Cagepa, a companhia vem combatendo as perdas de água na distribuição do serviços através da automação e substituição de hidrômetros.

“A Paraíba se mantém como o segundo Estado do Nordeste com menos perdas e com índice abaixo da média do Nordeste e também da média de todo o País. A Cagepa investe para minimizar as perdas, como na automação de sistemas, os quais são monitorados à distância, tornando o controle de vazamentos mais eficaz; na política de substituição de hidrômetros, que minimiza as perdas de faturamento; além das fiscalizações de ligações clandestinas. E a perspectiva é que os próximos levantamentos tragam resultados ainda mais positivos”, afirmou a Cagepa.
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Operação da PF cumpre mandados e prende colombianos nos Bancários

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira, 15, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. Por volta das 7 horas, a viatura da PF deixou um condomínio levando um homem. O esquema criminoso seria operado por colombianos.

A Operação Sicário teve o objetivo de desarticular organização criminosa dedicada à prática, no Brasil, e mais especificamente na Paraíba, do chamado “cobro” ou “cobrito”, uma vertente colombiana de crime financeiro consistente na organização de uma instituição financeira clandestina para controlar um organizado sistema de empréstimo de dinheiro a juros extorsivos.

A operação contou com a participação de 30 Policiais Federais, sendo realizado o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, bem como cinco mandados de prisão preventiva, nos Estados da Paraíba e Amapá.

Entenda – O cobro é materializado através do oferecimento de panfletos a lojistas (geralmente pequenos empresários) em que é exposta uma cobrança de juros diária, normalmente sobre pequenas quantias que disfarçam a abusividade das cobranças. Os recursos captados a partir de empréstimos extorsivos, destinam-se a um fundo
cuidadosamente organizado e administrado pela organização criminosa através de aplicativos eletrônicos, sendo posteriormente reinvestidos na expansão das atividades ilícitas mediante a estruturação de novos cobros em outras cidades, engendrando-se verdadeira arquitetura financeira clandestin, a qual ofende as bases do sistema
financeiro oficial.

Crimes – Os investigados responderão pelos crimes de formação de organização criminosa, operação de instituição financeira clandestina e lavagem de dinheiro, previstos, respectivamente, nos Artigos 2o da lei 12.850/2013, 16 da Lei 7.492/86 e 1o da lei 9.613/98, cuja penas, somadas, poderão chegar a mais de 30 anos de reclusão. Art. 2o Promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa:

Pena – reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa, sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas.
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Balanço Geral - Correio FM 98.1

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