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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Casos de microcefalia na PB continuam aumentando e já há cinco mortes suspeitas

Um novo boletim sobre os casos de microcefalia registram um aumento de mais de 15%, em poucos mais de sete dias, no número registrado de casos de microcefalia na Paraíba. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22), pela Secretaria de Saúde do Estado, que registra 425 casos suspeitos, e pelo Ministério da Saúde, que registra 429 casos e outros cinco casos são de óbitos suspeitos.

Segundo a Saúde do Estado, a região metropolitana de João Pessoa contabiliza 70% do número de casos suspeitos. João Pessoa se mantém como o município com maior número, num total de 204 casos, sendo também o município que mais revisou prontuários.


O Conde segue com 16 casos, Bayeux com 14, Alhandra com 13, Caaporã 11 casos e Pedras de Fogo contabilizou 10 casos. Já o município de Pitimbu está com nove casos suspeitos, Cabedelo também com nove casos, Santa Rita com seis casos, Rio Tinto cinco casos e Lucena um caso.

Do total de casos notificados até o momento, 21 foram confirmados, 30 descartados e os demais (374) continuam em investigação pelas Secretarias Municipais de Saúde, com apoio da SES-PB e do Ministério da Saúde.

Dois casos foram confirmados em gestantes residentes no município de Juazeirinho, cujos fetos apresentaram microcefalia e diagnósticos laboratoriais conclusivos para vírus zika.

Neste período, cinco casos suspeitos evoluíram para óbito – quatro infantis e um fetal - cujas mães são residentes dos municípios de Piancó, Conde e João Pessoa. Após a conclusão da investigação, um óbito infantil foi descartado.

Os demais estão em investigação. Segundo o tipo de detecção, 88% (373/425) das notificações foram de recém-nascidos, 51 fetos com alterações do SNC (12%) e um natimorto.

O Ministério da Saúde confirmou no dia 28 de novembro a relação entre o Zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste. O Instituto Evandro Chagas, órgão do MS em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascido no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos foi identificada a presença do Zika vírus.
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