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domingo, 20 de dezembro de 2015

Homem mata esposa, seis filhos e sua própria mãe porque não gostou do corte de cabelo do filho

Um pai afirmou ter assassinado brutalmente sua esposa, seus seis filhos e sua própria mãe porque ficou furioso devido ao corte de cabelo de uma de suas crianças.

Oleg Belov, de 51 anos de idade, disse em um tribunal na Rússia que cometeu o crime em um ataque selvagem que durou dez minutos.

O homem contou que sua esposa, Yulia, de 32 anos, queria se divorciar dele, e o casal discutiu com relação ao corte de cabelo de um dos filhos, de seis anos de idade. Para Oleg, o menino havia ficado parecendo com um papagaio. Insatisfeito ele tentou pegar uma máquina de cortar cabelo e a briga começou.

Oleg disse que bateu na mulher duas vezes e que depois ela saiu correndo, pedindo ajuda para os vizinhos. O homem, então, matou a esposa e alegou que o motivo seria porque teve medo de perder os filhos.

Oleg Belov afirmou ter assassinado sua esposa, Yulia, seus seis filhos e até mesmo sua mãe porque não gostou do corte de cabelo de uma de suas crianças.

Os promotores afirmam que depois de acabar com a vida de Yulia, Oleg também o fez com a de todos os filhos, uma vez que eles viram o crime. Também foi dito que, posteriormente, o assassino esfaqueou 21 vezes a própria mãe, uma idosa de 73 anos chamada Zinaida Belov.

As crianças teriam sido mortas porque testemunharam o crime. Oleg está enfrentando a prisão após confessar o tudo o que fez.

Os corpos das crianças foram encontrados desmembrados, depois de uma semana sem comparecerem à escola. O alerta foi dado por Valentina Zaitseva, de 69 anos, mãe de Yulia.

Todos foram mortos com golpes de machado e seus restos mortais colocados em sacos plásticos.

As vítimas foram identificadas como: Alyona, de 7 anos, Fyodor, de 6, Sonya, de 5, Nikifor, de 3, Ilya, de 2, e Daria, de 1, Yulia, de 32 anos de idade.

Os moradores da região disseram que Oleg havia sido excomungado de do grupo religioso em que participava – os Adventistas do Sétimo Dia – por supostamente ter cometido adultério.

O julgamento continua.
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