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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

‘Japonês da Federal’, Eduardo Cunha e Delcídio Amaral viram máscaras de carnaval

Olga Valles mostra as máscaras do japonês, Eduardo Cunha e Delcídio Amaral Foto: Extra / Wilson Mendes

Não é apenas colocando atrás das grades corruptos que a Polícia Federal faz a alegria do povo: o rosto de Newton Ishii, que ganhou as ruas durante a Operação Lava Jato, virou, de fato, inspiração para máscara de carnaval. O protótipo ficou pronto ontem e já integra o catálogo da fábrica Condal, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, ao lado das máscaras do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do senador Delcídio Amaral (PT-MS). Ishii também vai virar boneco no carnaval de Olinda, em Pernambuco.

— Já recebi pedido de orçamento de duas lojas. Deve fazer mais sucesso do que a do Eduardo Cunha ou do Delcídio. O brasileiro prefere usar máscaras de pessoas queridas. A parcela que usa as que fazem sátiras é menor — diz Olga Valles, dona da fábrica.

Desde o fim da ditadura, a produção de máscaras de políticos é uma tradição na empresa.

— Não são elas que nos salvarão da crise. Este é o nosso papel social e uma tradição iniciada pelo meu marido, apaixonado por política. Mas o japonês pode salvar— aposta a empresária, acrescentando que, por conta da crise econômica do país, teve que fazer um corte de 30% na equipe da maior fábrica de máscaras do estado do Rio.

No carnaval passado, a fábrica enfrentou problema ao anunciar que produziria uma máscara de Nestor Cerveró, ex-diretor internacional da Petrobras. Por isso, resolveu, agora, não nomear a máscara como a de Newton Ishii.

— Não fizemos o rosto dele, reaproveitamos um molde de japonês que já tínhamos para esta série de máscaras. Sobre o Cerveró, recebi uma ligação do filho dele que me tocou. Não dá para se divertir se um inocente vai ficar triste — assinala a empresária.


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