EM DESTAQUE

Comissária sobrevivente defende piloto: "Morreu como herói"

A comissária de bordo sobrevivente do voo com o time da Chapecoense, Ximena Suárez Otterburg saiu em defesa do piloto Miguel Quiroga, que ...

Rádio Online

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

PARA FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, BRASIL NÃO É MAIS UM PAIS EM DESENVOLVIMENTO

O Fórum Econômico Mundial fez um alerta sobre a crise brasileira. Para os organizadores da reunião, que, a partir de quarta-feira da semana que vem realiza sua reunião anual em Davos, na Suíça, o Brasil não fez suas reformas enquanto a economia se beneficiava do boom nos preços de commodities. Segundo eles, agora, promover uma transformação e criar um mercado mais produtivo será ainda mais difícil. O “Brasil deixou, por enquanto, de emergir”.

Uma das figuras mais aguardadas do encontro por empresários, a presidente Dilma Rousseff cancelou sua participação. A delegação que vai representar o Brasil, mais enxuta este ano, será liderada pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e pelo presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Seria uma chance para Dilma tentar resgatar a confiança dos empresários. Eles apenas queriam saber o que ela pretende fazer para restabelecer a confiança em seu governo.

Na sexta-feira, dia 22, Barbosa participa de um debate em Davos sobre como a América Latina pode criar resistências diante dos problemas econômicos enfrentados. Para Jennifer Blanke, economista-chefe do fórum de Davos, a realidade é que uma reforma econômica no Brasil promete ser “difícil”. “Os anos bons, aqueles com um boom de commodities, era o momento de reformar a economia. Nós, no fórum, já dissemos isso na época. O preço não continuaria alto e o Brasil precisava olhar para sua produtividade. Lamentavelmente, eles não usaram esse momento para fazer as reformas. Em tempo de crise, será bem mais difícil”, declarou.

Segundo a economista, o Brasil agora terá de “retornar ao básico”. “Reduzir a burocracia, acabar com as oportunidades de corrupção, tornar o País atraente e construir em novas ideias sua economia.” Com informações da Agência Estado.
Proxima Anterior Inicio