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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Ricardo afirma que PB não está 'quebrada' e critica adversários

A Paraíba não está quebrada. Quem afirma isso é o governador Ricardo Coutinho (PSB). A declaração do socialista foi publicada no seu perfil na rede social Twitter, na noite de quinta-feira (21), como resposta a adversários que têm questionando a situação financeira do Estado. Para Ricardo, a oposição é defensora do “quanto pior, melhor”.

O governador inicialmente fez uma série de publicações sobre a agenda de inaugurações que cumpre nesta sexta-feira (11), na região do Curimataú, para depois entrar no campo econômico. Ricardo afirmou que só em 2015, quando a crise teve início, o Estado pagou em obras rodoviárias, R$ 203 milhões e tem R$ 25 milhões empenhados.

“É a melhor resposta para o bando do 'quanto pior, melhor'. Quebrada está a mentalidade dos que querem prejudicar o Estado com mentiras”, afirmou Ricardo Coutinho. “ Vida longa aos adversários para que possam assistir aos avanços do nosso Estado e do povo, e lembrarem que tiveram a chance e não fizeram”, ironizou o governador.

A resposta do governador parece ter sido dirigida ao seu principal opositor: o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que acusou Ricardo de 'quebrar' a Paraíba para ganhar as eleições de 2014. O tucano também fez críticas ao Ato Governamental número 5, que criou uma Câmara de Conciliação para renegociar dívidas, insinuando que a administração estadual estaria preparando um calote.

“O Brasil vivencia uma grave crise. A Paraíba, como qualquer Estado, não poderia ficar imune. Mas estamos resistindo, combatendo e avançando”, completou Ricardo.


Na tarde de quinta-feira, o governador convocou uma reunião com a equipe do primeiro escalão com o intuito de debater as dificuldades para manter o equilíbrio financeiro, tendo em vista projeções nada favoráveis para as receitas da Paraíba.

Um auxiliar que participou da reunião, que pediu reserva, disse que a equipe foi chamada para tentar fechar ajustes importantes que irão garantir a manutenção do equilíbrio do Estado até o fim do ano. “A situação econômica nacional é extremamente delicada. A grande maioria das pessoas não está percebendo o tamanho do abismo para onde o país está sendo empurrado. Acho que vamos entrar em depressão econômica”, declarou.

JP

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