EM DESTAQUE

Comissária sobrevivente defende piloto: "Morreu como herói"

A comissária de bordo sobrevivente do voo com o time da Chapecoense, Ximena Suárez Otterburg saiu em defesa do piloto Miguel Quiroga, que ...

Rádio Online

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

PRÉVIA DO PIB: ECONOMIA BRASILEIRA ENCOLHE 4,08% EM 2015

DP-A recessão se aprofundou na economia brasileira em 2015, segundo cálculos do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), do Banco Central. No ano passado houve uma queda de 4,08%, o pior resultado da série histórica, que tem início em 2003. O segundo pior resultado ocorreu em 2009, período de crise econômica mundial, quando houve retração de 1,71%. Em 2014, comparado com o ano anterior, a queda ficou em 0,15%, de acordo com dados revisados divulgados hoje (18) pelo BC.

O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses e tem grande influência sobre as estimativas do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB), que deverá ser divulgado no dia 3 de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Em relação ao quarto trimestre de 2014, a queda foi maior: 6,34% nos dados sem ajustes, já que a comparação é entre períodos iguais. Em dezembro, o IBC-Br também registrou retração de 0,52 %, na comparação com novembro. Comparado a igual mês de 2014, o recuo ficou em 6,51%.

O resultado da "prévia do PIB" veio pior que expectativa do mercado financeiro, colhida na semana passada. Os analistas dos bancos previram uma retração de 3,8% para o PIB do ano passado. O próprio BC previu, em dezembro de 2015, que o PIB teria contração de 3,6% em 2015. Já a última previsão do governo, feita em novembro, era de uma queda de 3,1%.

O fraco ritmo do nível de atividade, o aumento da inflação e as dificuldades para promover o ajuste das contas públicas (que estão há dois anos no vermelho), além do ambiente político conturbado, da alta do desemprego e da queda da confiança dos empresários, tem levado à uma piora da percepção sobre a economia brasileira.  
Proxima Anterior Inicio