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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Veneziano lembra que PMDB foi decisivo para vitória de RC e descarta sair do partido

Dois dias após o PSB lançar a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), a prefeito de Campina Grande, o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) garantiu que sua postulação está mantida. Ele lembrou, na ocasião, que seu partido foi decisivo para a vitória do governador Ricardo Coutinho (PSB) contra o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) nas eleições de 2014.

“Nós cumprimos com o nosso papel. Em Campina Grande, o PMDB foi muito importante e decisivo na eleição do governador e fizemos isso sem cobrança, a decisão final do PSB não cabe a  mim. Em novembro de 2014 e outubro de 2015, fui convocado para união em torno de uma candidatura. Se não foi possível, vamos aperfeiçoar os discursos e respeitar as conquistas de cada candidatura e termos uma relação amistosa”, declarou.

Veneziano revelou que ficou sabendo da oficialização da pré-candidatura de Adriano Galdino através da imprensa. Ele informou que chegou a se deslocar à Granja Santana na última quinta-feira (18) para se reunir com o governador, mas o encontro não foi possível por conta de um compromisso do socialista.

“Esse anúncio se deu por entrevistas do presidente do PSB, Edvaldo Rosas. Não quero entender que a decisão tenha passado pela candidatura do companheiro Manoel Júnior, em João Pessoa”, disse.

O parlamentar também afastou a possibilidade de deixar o PMDB, apesar de ter recebido convite para se filiar ao PSB.

“Não tenho razões para deixar o PMDB, penso que não seria estratégico, construí com meus companheiros um trato amistoso e superamos as dificuldades”, informou.

Veneziano admitiu a união entre PMDB e PSB no segundo turno das eleições, mas apostou que conseguirá sair vitorioso.

“Não há, da minha parte, qualquer interrogação em relação a essa possibilidade. Quem passar, tomara que seja a candidatura do PMDB, terá o apoio no segundo instante, esse será o esforço nosso”.

O deputado ainda lamentou informações veiculadas na mídia nacional de que ele teria votado contra Hugo Motta (PMDB) na eleição para líder do partido na Câmara Federal. Ele acusou o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), de ter sido desrespeitoso com o paraibano.

“Foi tão absurda que de tão impossível uma possibilidade dessa não me caberia fazer essas retificações. Trabalhei de maneira pública, pois além da conterraneidade, temos a relação pessoal que não haveria de sugerir outro tipo de postura que não fosse a de colaborar. Cunha foi pouco ético, nada respeitoso com Hugo Motta que atendeu a um chamamento dele. Eu disse a Hugo que tivesse cuidado para não confundirem a candidatura dele com a de Cunha. Perdemos voto porque alguns companheiros se recusaram a votar em Hugo por ser o candidato de Cunha”, concluiu.
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