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sexta-feira, 25 de março de 2016

Deixado para trás por aliados, prefeito de cidade do Cariri precisa rever os planos para 2016

A tensão aumentou dentro do grupo liderado pelo gestor de Serra Branca, Eduardo Torreão Mota. Um fato inusitado está ocorrendo dentro do grupo de situação que vê seu pré-candidato oficial, ainda que sem intenção, medir forças com quem lhe fez postulante, o que gerou inconformismo e reação por parte do prefeito.

O secretário Sousinha, que ainda no ano passado assumiu a presidência de um partido, o PDT, abandonando a legenda do gestor, o PMDB, agora arregimenta líderes para seu projeto fazendo-os sair de todos os partidos que tem ligação direta com Dudu. A intenção é clara. Desvincular-se do prefeito, que recebe há um bom tempo muitas críticas a sua gestão, e se colocar como um candidato de oposição e independente. Sousinha é secretário de Serviços Urbanos de Eduardo Torreão há 7 anos, passando pelos dois mandatos do gestor e foi preparado com total autonomia pelo grupo para ser o candidato de Dudu em sua sucessão.

Com seu afastamento do prefeito, Eduardo nas últimas semanas resolveu colocar as mangas do lado de fora e afirmar para aliados próximos e funcionários da Prefeitura que terá um outro candidato. Fala-se nos bastidores políticos que o nome que deverá ser apoiado pelo prefeito é o do vereador Flávio Torreão, pela fidelidade ao gestor, pelos laços familiares e por ser o único que recebe total apoio do deputado federal Welington Roberto.

As últimas movimentações políticas mostram uma fuga da maioria dos líderes do Governo para o lado de Sousinha, mas inconformado com a perda do comando do processo sucessório, Dudu articula divisões no grupo em torno de seu candidato.

Se confirmado o quadro que se desenha no grupo de situação, a eleição em Serra Branca pode ter três ou quatro candidatos. Isso porque no campo das oposições, os principais partidos, o PT e o PSB, já lançaram pré-candidatos e não parecem se entender e convergirem para a unidade.

Nossa reportagem procurou vários líderes de situação para comentarem a conjuntura, mas ninguém quis gravar entrevista. Numa semana de muitas conversas, acordos e construção de cenários para as eleições que se aproximam, a lei que predomina entre eles é a do silêncio.

De Olho no Cariri/ Serra Branca FM
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