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terça-feira, 29 de março de 2016

PMDB abandona Dilma e mais de 600 cargos no governo central do país

O diretório nacional do PMDB decidiu por aclamação, como antecipado pela Coluna Cláudio Humberto, pela saída do governo da presidente Dilma Rousseff. Sob a presidência do senador Romero Jucá (RR), mas sem a presença dos poucos correligionários contrários ao desembarque como o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), a reunião de tema único definiu a saída do governo, bem como a entrega dos cerca de 600 cargos ocupados por representantes do PMDB. A decisão se estende aos seis ministros de Estado, já que o ministro do Turismo, Henrique Alves, entregou carta de demissão à Dilma ontem.

"A partir de hoje, nesta reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do partido PMDB", disse Jucá. A moção aprovada, por aclamação, pede a "imediata entrega de todos os cargos", entretanto não estabelece um prazo para isso.

Aliados importantes como Jorge Picciani, um dos caciques do partido no Rio de Janeiro, marcaram presença engrossando o coro de "Brasil pra frente, Temer presidente" e "Fora PT", entoados pelos participantes.

Enquanto o maior partido com a maior bancada na Câmara deixava a base aliada da presidente Dilma, manifestantes fizeram protesto do lado de fora do plenário com uma faixa (abaixo) dizendo: não vai ter golpe, vai ter impeachment.
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