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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Ricardo defende reforma política e antecipação de eleições gerais

JP - O governador Ricardo Coutinho (PSB) disse ontem, em Campina Grande, que a proposta de antecipação das eleições é interessante, mas que inclua o Congresso Nacional e seja precedida de uma reforma política profunda. A declaração foi feita durante entrevista na solenidade de  inauguração da sede do Virtus – Núcleo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação, Comunicação e Automação, que fica nas instalações do Centro de Inovação e Tecnologia Telmo Araújo (Citta).

A tese de renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT) com eleições em outubro deste ano foi defendida pelo senador Valdir Raupp, da executiva nacional do PMDB, o qual pregou uma mudança na Constituição. Ao ser indagado sobre o tema, Ricardo Coutinho ressaltou que “é uma tese interessante, o fato de ser uma eleição geral no Congresso. Afinal, nas famosas listas você percebe que há muita gente dentro da comissão de impeachment nelas incluídas”. 

Segundo o socialista, a  presidente Dilma “não se fecha a isso (renúncia, seguida de eleições) e uma reforma política real e verdadeira. “Não adianta pensar que trocando o nome e uma peça resolveu o problema da política. O que resolve é a forma como se está tendo as eleições”, acentuou 

Para ele, eleição geral é “uma tese que pode e deve ser trabalhada, caso não tenhamos capacidade de ultrapassar essa crise. Agora rasgar a Constituição, dar um golpe parlamentar para aqueles que não têm votos assumirem o poder, isso faria com que o país vivesse os seus piores momentos”, destacou Ricardo, acrescentando que entregar o poder a alguém como “Michel Temer presidente e Eduardo Cunha, vice-presidente, é isso que seria bom para o Brasil? Evidentemente que não”.

Ricardo revelou que vai participar na próxima segunda-feira da reunião da direção nacional do PSB e vai se posicionar contra o impedimento da petista.
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