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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Sem avanço nas negociações, servidores da Educação de JP começam greve

Os profissionais da Educação de João Pessoa iniciaram greve na manhã desta segunda-feira (4). A categoria cobra um reajuste de 11,36% e fez uma série de atos na semana passada, quando paralisou as atividades por três, para tentar pressionar a prefeitura, mas as negociações não avançaram. Mais de 60 mil estudantes vão ficar sem aulas por conta do movimento grevista.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de João Pessoa (Sintem-JP), Daniel de Assis, após um protesto no Centro Administrativo Municipal (CAM) na sexta-feira (1), representantes dos servidores foram recebidos pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Ele voltou a apresentar uma proposta de reajuste 0% para mais de 8 mil trabalhadores e 5,4% para cerca de 500, como recomposição do piso nacional. O argumento do gestor é de que não poderia descumprir a lei de responsabilidade fiscal.

“Nós esperamos que o prefeito use a sensibilidade política para apresentar uma proposta decente para a categoria e evitar que mais de 60 mil alunos fiquem sem aulas”, afirmou Assis.O presidente do Sintem afirmou que o sindicato vai apurar como ficará o funcionamento das creches. “Normalmente os diretores dessas unidades são cargos comissionados indicados pelo prefeito, vamos ver como será o comportamento deles”.

Desde o início do movimento dos professores, na semana passada, a administração de João Pessoa tem afirmado que não tem possibilidade de conceder reajuste em 2016, em consequência da crise econômica. Conforme secretária de Educação, Edilma Ferreira, os ganhos salariais da categoria nos últimos três anos são na ordem de 28,93%, percentual superior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 24,73% no período, além do pagamento de remuneração extra todos os anos, somando mais de R$ 30 milhões investidos no 14º salário
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