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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Assista a rewportagem onde a professora Gislaine diz que bispo da PB a chamou de mau exemplo; veja vídeo


Assista aqui (abaixo) a reportagem
O uso de piercings ou a exposição de tatuagens no corpo em profissionais de educação pode ser considerado um mau exemplo? Uma situação ocorrida na última sexta-feira (29), na escola estadual onde a professora de história Gislayne Fernandes ensina, na cidade de Assunção, no Cariri da Paraíba, a 250 km de João Pessoa, levantou o questionamento. Durante um encontro com cerca de 70 alunos, a profissional, que tem partes do corpo tatuadas e usa um piercing no nariz, teria sido vítima de preconceito por parte de Dom Eraldo Bispo da Silva, bispo diocesano de Patos, cidade do Sertão, a 307 km da Capital.

Veja abaixo a nota divulgada pela Diocese de Patos
Veja a nota na íntegra:

Nós, Padres: Sebastião Gonçalves da Silva, (Vigário Paroquial da Paróquia de Assunção), Pe. Luciano Dias de Morais (Pároco da Paróquia de Taperoá), Pe. João Saturnino de Oliveira (Pároco da Paróquia de Assunção) e Pe. Jerinaldo Inácio de Lima (Pároco da Paróquia de Livramento), vimos por este meio esclarecer os fatos que têm gerado muitos comentários nas Redes Sociais.

Esclarecemos que durante a visita pastoral e missionária do Bispo Diocesano de Patos, Dom Eraldo Bispo da Silva à Escola João Rogério Dias de Toledo, na cidade de Assunção-PB, o mesmo, falando à Comunidade Escolar sobre o processo de globalização dos valores, citou o exemplo de estilos e modas globais como o uso de tatuagens. Esse fato gerou um debate de opiniões divergentes e interpretativas entre o Bispo e uma das professoras presentes.

Após o fato, ela se retirou e foi à sala dos professores. Ao final do encontro coletivo, Dom Eraldo foi agradecer a Direção da Escola pela acolhida, momento em que reencontrou a professora Gislayne Fernandes e tentou com ela retomar o diálogo sendo que a mesma se negou.

A partir desse fato, um dos colegas da professora resolveu expor a sua versão nas Redes Sociais, o que gerou inúmeros comentários distorcidos da realidade e desrespeitando o Bispo Diocesano.

Nós, abaixo assinados, padres da Forania do Cariri, entendemos que o acontecimento não teve elementos que ofendessem a dignidade profissional e individual da professora.

Pe. João Saturnino de Oliveira.
Pe. Sebastião Gonçalves da Silva.
Pe. Luciano Dias de Morais.
Pe. Jerinaldo Inácio de Lima.

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