EM DESTAQUE

JUAZEIRINHO: GOVERNO AVANÇA NA SEGURANÇA HÍDRICA E MANTÉM RITMO FORTE DE TRABALHO

Programa Água Doce na Barra  O governo da cidade de Juazeirinho avança como se não fosse terminar em 31 de dezembro. O ritmo de trabalh...

Rádio Online

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Deputado defende vaquejada e diz que decisão do STF foi equivocada

O deputado Estadual, Genival Matias (PTdoB), sai em defesa da vaquejada e classifica como equivocada a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o esporte no Ceará, com possibilidade de extensão do efeito para todo o território Nacional.

“Entendemos que foi uma atitude totalmente equivocada em relação ao esporte que é praticado em todas as regiões do Nordeste. Nesta crise sem fim na qual se encontra o Brasil, essa decisão vai contribuir grandemente para geração de desemprego das pessoas que trabalham neste setor. A proibição do esporte vai diminuir a quantidade de eventos e o comércio informal que trabalha nesse campo será seriamente atingido”, disse Genival.

Para o parlamentar, que foi praticante do esporte da vaquejada em sua juventude, o STF desconhece a história do esporte no Nordeste.

“A vaquejada não é uma prática que expressa apenas a tradição do povo nordestino, mas, também e, sobretudo, uma atividade de geração de emprego e renda que contempla inúmeras especialidades profissionais e estimula muitos setores econômicos. Defendo a vaquejada e acredito que ela precisa ser regulamentada e não extinta”, afirma.

Proibição

A ação foi movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e questionava, especificamente, a legislação cearense.

Contudo, a decisão do STF poderá ser aplicada nos demais estados e no Distrito Federal. O julgamento, iniciado em agosto do ano passado, terminou com 6s votos a favor da inconstitucionalidade e cinco contra, na quinta-feira (6).

Segundo a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) é preciso ter em mente que os esportistas estão do mesmo lado daqueles que defendem os bons tratos.

“Ninguém quer ver animais sendo maltratados em vaquejadas. Isso é inadmissível.”, ressalta o presidente da ABVAQ, Paulo Fernando Filho (Cuca).

Fonte: Ascom
Proxima Anterior Inicio