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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Na Paraíba professores protestas contra salários atrasados há meses

Professores da rede municipal de ensino de Caaporã, no Litoral Sul do estado, realizaram um ato público nesta terça-feira (1), na praça central da cidade, contra o atraso dos salários da categoria. Docentes aposentados estão com salários atrasados há 4 meses. Um café da manhã marcou o protesto, que foi pacífico. Os servidores prometem entrar em greve nos próximos dias, caso a situação não seja contornada, com o apoio da Justiça.

Os trabalhadores – entre professores e área de apoio – se reuniram na praça para chamar a atenção da população para o problema. Parte da categoria afirma que não recebeu os salários do mês setembro e outros docentes afirmaram que acordos firmados com a gestão municipal para pagamento do 15º e de outros benefícios não estão sendo cumpridos. Eles alegam que a falta de dinheiro tem causado prejuízos aos profissionais.

“Os professores aposentados estão há 4 meses com salários atrasados, um grupo de professores com dois meses e os conselheiros tutelares com quatro meses sem receber. Os servidores irão ao Fórum da cidade pedir auxílio da Justiça para que possamos receber o pagamento. Não descartamos iniciar uma greve geral”, garantiu uma professora que preferiu não se identificar.

De acordo com a organização, a categoria reivindica pagamento de salários atrasados; dos 13º salários dos anos 2014 e também de 2015 que, neste caso, segundo acordo, as últimas três parcelas teriam que ter sido pagas no último mês de julho de 2016 e até o momento não foram quitadas. A categoria afirma que o ato foi realizado depois de várias negociações realizadas com o atual prefeito João Batista Soares (PMDB) não foram cumpridas pelo gestor.

A reportagem entrou em contato com os responsáveis pela Prefeitura de Caaporã, mas não houve resposta. Flávio Okamura, que seria um dos representantes do governo municipal, atendeu o telefonema, mas disse impossibilitado de falar ao celular e desligou o aparelho. O Portal Correio insistiu, mas Okamura não atendeu mais.

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