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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Vivianny foi morta a golpes de chave de fenda; "Vamos calar essa 'nega'", teria dito suspeito

Os envolvidos na morte da vendedora Vivianny Crisley, 29 anos, foram apresentados oficialmente nesta sexta-feira (25), durante coletiva à imprensa na Central de Polícia Civil, em João Pessoa. Na ocasião, o delegado de Homicídios, Reinaldo Nóbrega, revelou que a jovem foi morta a golpes de chave de fenda porque pediu para voltar pra casa: “vamos calar a boca dessa nega”. Jobson Barbosa da Silva Júnior, Fagner das Chagas Silva e Alex Aurélio confessaram a autoria do assassinato.

O delegado explicou que Vivianny tinha conhecido os três em uma casa de show no bairro dos Bancários, na Capital, e saído com o trio na madrugada do dia 21 de outubro. Eles saíram com destino a cidade de Bayeux, na Grande João Pessoa, mas como não havia um bar aberto para o grupo dar continuidade a festa, foram para a casa de Juninho, que fica perto da mata onde o corpo de vítima foi achado. A versão apresentada por Juninho e Bebé, que foram presos no Rio de Janeiro, era coerente, mas distorcia dos fatos apresentados por Alex. Nessa quinta (24), em um novo depoimento, Alex revelou qual teria sido sua participação na morte de Vivianny.

“Vivianny ficou dentro do carro com Bebé, enquanto Juninho e Alex desceram do carro. Nesse momento, Vivianny pedia para voltar para casa porque já estava tarde, tinha filha, mãe e todos estariam preocupados com ela. Alex e Juninho voltaram para o carro e desferiram vários golpes de chave de fenda nela para “calar a boca dessa nega”, na linguagem deles”. Eles não tinham a intenção de estuprar a mulher, explicou Reinaldo Nóbrega.

Ainda segundo Nóbrega, após matar Vivianny, o trio retirou gasolina de uma motocicleta e ateou fogo no corpo da jovem. Um pneu foi usado para acelerar o processo da queima do corpo. O delegado disse que o carro usado pelos suspeitos foi roubado no dia 6 de outubro.

Eles estão presos temporariamente, mas o delegado informou que vai pedir a prisão preventiva dos envolvidos, que deverão ser levados para um dos presídios de João Pessoa.

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Correio 
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