sábado, 27 de maio de 2017

POPULAÇÃO RECLAMA DE BURACOS NAS RUAS DE CAMPINA GRANDE

Moradores de pelo menos dois bairros em Campina Grande estão reclamando de buracos nas ruas onde moram. De acordo com eles, o calçamento precário está causando acidentes e acumulando esgoto, lixo e bichos. A Prefeitura Municipal de Campina Grande disse que mandará funcionários para corrigir os problemas encontrados.

A comerciante Ivonete Maria da Rocha, 58 anos, mora há 30 anos na Rua General Newton Estilac Leal, no bairro Alto Branco, em frente a um desnível de cerca de um metro. “Já teve acidentes de carros e motos, eu vejo a hora alguém bater no muro da casa da minha filha, minha vizinha. É um perigo isso aí e ninguém faz nada”, declarou.

Segundo ela, o buraco existe há pelo menos oito meses. Ela afirmou que viu a rua ser asfaltada nestes anos que reside no lugar, mas que a chuva destruiu o local. “Não tem a atenção da prefeitura, só fazem promessa, mas sem atenção”, completou.

No bairro José Pinheiro, as ruas Frei Vicente Salvador e Manoel Dias Lima são motivos de reclamação pelos moradores. Alexandre Rufino é pago pelos moradores das redondezas para fazer a limpeza e disse que já viu até escorpião no local.

“Esse buraco é entupido pelo lixo e pelo esgoto, então os bichos tomam conta. Eu já vi barata, rato e escorpião por aqui enquanto limpo. Além disso, os carros passam e jogam isso tudo em cima da gente”, contou. Ele recebe R$ 25,00 para varrer o local todos os dias.

A aposentada Inácia Moraes confirmou o pagamento e disse que se não fizer a limpeza, as casas são invadidas. “A gente zela para ficar a casa limpa, mas ainda encontra bicho por causa dessa sujeira toda”, falou.

A secretária de Obras de Campina Grande, Fernanda Ribeiro, garantiu que equipes da PMCG serão enviadas para os endereços e que os problemas serão resolvidos. “É isso sempre que dizemos, aconteceu algum problema, nos informe que tomaremos as providências”, disse.

A reportagem tentou contato com o secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Geraldo Nobre, mas até o fechamento desta matéria as ligações não foram atendidas.

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