No documento enviado para o TRE-PB e assinado pela juíza, ela descreve como “rumores” as informações prestadas por Ramonilson Alves e deixa em destaque que “inexiste a necessidade de tal providência”
A Juíza eleitoral da 65ª Zona, Ana Maria do Socorro Hilário, emitiu um ofício ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba nessa terça-feira (14), no qual nega a necessidade da presença de tropas federais em Patos e outras cidades da região, como havia sido solicitado ao TRE por outro pelo juiz eleitoral da cidade, Ramonilson Alves.
No documento enviado para o TRE-PB e assinado pela juíza, ela descreve como “rumores” as informações prestadas por Ramonilson Alves e deixa em destaque que “inexiste a necessidade de tal providência”, referindo-se ao pedido de tropas federais emitido anteriormente pelo juiz.
Segundo Ana Hilário, no pedido, o pleito em Patos ocorreu em “absoluta tranquilidade [...] alicerçado pela presença ostensiva das polícias militar, civil, federal, bombeiros e rodoviária”. Ela cita ainda que a instalação de um Centro de Comando na cidade contribuiu para que as eleições ocorressem sem problemas.
A juíza finaliza o ofício informando que não houve notícias de que “qualquer situação relativa à segurança, transparência ou igualdade de armas” justificasse o “eventual reforço das nossas policias”.
O TRE decide nesta quarta (15) sobre o pedido de tropas federais para o segundo turno em Patos. O pedido foi feito na sexta-feira (10) pelo juiz eleitoral da comarca da cidade, Ramonilson Alves. Ele disse que houve parcialidade da Polícia Militar na segurança durante o pleito no município.
No documento enviado para o TRE-PB e assinado pela juíza, ela descreve como “rumores” as informações prestadas por Ramonilson Alves e deixa em destaque que “inexiste a necessidade de tal providência”, referindo-se ao pedido de tropas federais emitido anteriormente pelo juiz.
Segundo Ana Hilário, no pedido, o pleito em Patos ocorreu em “absoluta tranquilidade [...] alicerçado pela presença ostensiva das polícias militar, civil, federal, bombeiros e rodoviária”. Ela cita ainda que a instalação de um Centro de Comando na cidade contribuiu para que as eleições ocorressem sem problemas.
A juíza finaliza o ofício informando que não houve notícias de que “qualquer situação relativa à segurança, transparência ou igualdade de armas” justificasse o “eventual reforço das nossas policias”.
O TRE decide nesta quarta (15) sobre o pedido de tropas federais para o segundo turno em Patos. O pedido foi feito na sexta-feira (10) pelo juiz eleitoral da comarca da cidade, Ramonilson Alves. Ele disse que houve parcialidade da Polícia Militar na segurança durante o pleito no município.
CORREIO