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EM MEIO A CRISE RICARDO ASSUME POSTURA DE DITADOR E CÁSSIO DE AGITADOR

Por Lázaro Farias

É lamentável ver a cúpula de Segurança reunida para negar a violência ocorrida em Campina Grande, uma ação que se repete todos os dias nos becos, vilas, periferias e na área nobre da cidade, mas que só ganhou repercussão nacional essa semana por ter chegado no limite do absurdo. 

Negar, dizer que isso foi mais tumulto do que realidade é conspirar contra o próprio estado, contra Campina, contra o povo que está aturdido, desesperado. 

Num país sério essas pessoas seriam afastadas dos cargos por terem banalizado acontecimentos tão violentes, aliás, numa nação séria tudo seria tratado num outro âmbito. 

Negar para Ricardo Coutinho​, é a alternativa política de quem não consegue dar conta do desafio de frear a violência, é assumir que o estado além de incompetente é omisso na segurança pública.

O Estado, que o governo diz está com a situação sob controle, assistiu impotente dez pessoas serem executadas sob a "proteção" do sistema de segurança paraibano, tudo em menos de 24 horas.   

Mandar o povo confiar na polícia? com todo respeito é querer imbecilizar as pessoas. Os policiais tem vários problemas, diversas limitações e vícios que nos impedem de confiar neles. 

Primeiro são mau pagos para realizar uma tarefa de risco, isso leva alguns a se esconderem, outros se venderem, de resto, sobram alguns poucos que por tentarem realizar sua tarefa dignamente são devolvidos em caixões para suas famílias, no sepultamento, tiros para o alto, um discurso e uma condecoração inútil. 

Em meio a tudo isso nós, a sociedade de bem, está abandonada a própria sorte, enquanto Coutinho faz discurso e assume a postura de um ditador dizendo as coisas que vem a cabeça e sem aceitar o contraditório, a oposição liderada pelo ex governador Cássio Cunha Lima​, que pouco fez pela segurança, tenta partidarizar a questão através de discursos vazios proferidos sem respaldo nenhum.


Salve-se quem poder.


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