Um pleito do PMDB assentido pelo PSB seria a abertura de uma vaga na Assembleia Legislativa para que a suplente de deputada estadual Olenka Maranhão assumisse uma vaga no Parlamento, fato que ainda não aconteceu.
O senador Maranhão disse à imprensa não querer crer que isto estivesse consignado à candidatura própria do seu partido nas eleições de 2016.
Para o senador, isto é muito subjetivo e que não podia imaginar que esta seria a razão. Sendo assim, teria que admitir que o governador Ricardo Coutinho, líder do PSB, estaria punindo o PMDB por conta de não conseguirem fazer aliança com o partido dele em todos os municípios.
“Estamos apoiando o governo de Ricardo Coutinho, mas nós não temos uma equação para impor uma aliança linear em todos os municípios da Paraíba com o PSB porque até em alguns municípios o próprio PSB não tem Diretório, portanto não poderia haver aliança porque o instrumento da aliança é o Diretório”, explicou.
Ele citou como exemplo a aliança existente entre o PMDB e o PSDB no município de Cacimba de Dentro, onde o apoio é de muito tempo.
“É um dos históricos do PMDB e eu cito esse exemplo porque mostra que não há possibilidade da direção do PMDB impor uma aliança linear. Onde as tendências forem locais, nós não temos como inibir isso”, ressaltou.
Maranhão citou ainda o seu caso como exemplo quando candidato ao Senado e que não teve o apoio do PT e os partidos são aliados nacionalmente. “Nós temos que ter abertura e compreensão para entender que ninguém impõe soluções às tendências estaduais e nem às municipais”, avaliou.
LF/paraibaonline