Pela proposta estudantes do ensino fundamental no seguimento de quinto ao nono ano, podem participar de uma eleição concorrendo a 11 vagas no parlamento mirim.
Margarete explicou que os meninos e meninas vão poder interagir, participar de sessões e apresentar requerimentos que os vereadores legítimos vão poder aproveitar nas demandas da Casa Legislativa.
Ela ainda lembrou que o Projeto Parlamento Jovem é uma oportunidade de incetivo a formação política, para assegurar que no futuro eleitores e políticos serão mais conscientes.
A vereadora lembrou que a primeira versão da proposta foi apresentada no parlamento taperoaense na legislatura anterior, pelo ex vereador Betinho, esposo dela.
