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VOTO DE FACHIN COMEÇA A VIRAR NO STF

O voto do ministro Luiz Edson Fachin sobre o rito do impeachment da presidente Dilma Rousseff sofreu duas divergências importantes no Supremo Tribunal Federal nesta tarde; a primeira foi do ministro Luís Roberto Barroso, para quem o voto secreto na formação da comissão do impeachment pela Câmara, defendido por Fachin, foi uma decisão "deliberação unipessoal e discricionária" do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o ministro Teori Zavascki disse que suas preocupações com o voto do relator Fachin são as mesmas do ministro Barroso; Teori afirma entender que a Câmara apenas autoriza a instauração do processo de impeachment, e ao Senado cabe processar e julgar, diferente do que votou Fachin; acompanhe a votação ao vivo.
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