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Médico esclarece procedimento de diagnóstico da Covid-19 em Campina Grande

O avanço rápido do coronavírus tem afetado diretamente a forma das pessoas de buscar atendimento em unidades hospitalares, mesmo apresentando sintomas da Covid-19. No entanto, muitas vezes isso pode ser prejudicial, tendo em vista que a atitude atrapalha o tratamento precoce.
O médico infectologista Rodolfo Dantas contou, em entrevista a uma emissora de rádio local, que muitas vezes a resistência em buscar o atendimento, mesmo estando com suspeita da Covid-19, acontece pelo desconhecimento de como funciona o diagnóstico.
De acordo com ele, existem três tipos de diagnóstico, o clínico, que diz respeito às características dos sintomas apresentados no paciente, como febre, dor de cabeça e falta de ar; o epidemiológico, quando o paciente teve contato com outras pessoas que testaram positivo; e o laboratorial, através do teste rápido.
Mas, ainda de acordo com Rodolfo, o teste rápido não dá um resultado 100% no início dos sintomas, o que dificulta bastante esse diagnóstico.
Segundo o médico, mesmo sem ter a confirmação completa, alguns pacientes precisam ser encaminhados ao Pedro I, referência no tratamento da Covid-19 em Campina Grande, pela estrutura proporcionada, uma vez que muitos desses pacientes apresentam dificuldade em realizar certas atividades, seja por dores, falta de ar, etc.
Contudo, em suas falas, ele tranquilizou as pessoas de que esse é um procedimento padrão.
“Essas pessoas, mesmo com o teste negativo, são encaminhadas ao Pedro I, mas ficam em um setor isolado, setor de triagem, até que o diagnóstico seja realmente esclarecido. Ela só é colocada com pacientes com Covid-19 quando há 100% de certeza do diagnóstico, e que não tem risco de transmissão cruzada”, finalizou.
Paraíba Online
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