Mesmo após a campanha frustrante da seleção brasileira na Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti terá um reajuste salarial no novo contrato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O treinador italiano receberá um aumento de 20% a partir do vínculo que começa após o Mundial e será válido até 2030.
Atualmente, Ancelotti recebe cerca de R$ 5 milhões por mês, valor que já o colocava como o técnico mais bem pago entre os participantes da Copa. Com a renovação, o salário passará para R$ 6 milhões mensais, totalizando R$ 72 milhões por temporada e aproximadamente R$ 288 milhões até a Copa de 2030, que será realizada em Portugal, Espanha e Marrocos.
A permanência do treinador também envolve uma alta multa rescisória, cujo valor não foi divulgado pela CBF. Caso Ancelotti deixe o cargo por decisão própria, a cláusula prevê o pagamento equivalente a um mês de salário.
Além do reajuste, o italiano manteve o bônus de R$ 30 milhões em caso de conquista do título mundial. A premiação referente à Copa de 2026, no entanto, não será recebida devido ao desempenho da seleção brasileira no torneio.
A equipe comandada por Ancelotti deixou a competição com a eliminação mais precoce do Brasil desde 1990, além de marcas negativas durante o Mundial, como baixo desempenho em posse de bola e intensidade de jogo.
Entre os treinadores mais bem pagos da Copa, Ancelotti segue no topo da lista. Depois dele aparecem nomes como Thomas Tuchel, da Inglaterra; Mauricio Pochettino, dos Estados Unidos; e Julian Nagelsmann, da Alemanha. Apenas Tuchel continua na disputa pelo título.