A paralisação faz parte de um ato nacional organizado por associações de motociclistas. A orientação é que os profissionais que aderirem ao movimento mantenham os aplicativos desligados durante o período de protesto.
Segundo o presidente da Associação dos Motociclistas que Trabalham por Aplicativo em João Pessoa (AMTAP-JP), Beethoven Gomes, a mobilização busca unir a categoria em defesa de melhores condições de trabalho.
“Sou a favor sempre do trabalhador. A gente tem que pensar em unir forças. A organização nacional quer que desligue o aplicativo e fique em casa nos dias 31, 1º e 2”, afirmou.
Até esta segunda-feira (27), os motoristas de transporte por aplicativo não devem participar do movimento. A informação foi repassada pelo Sindicato dos Motoristas de Aplicativo do Estado da Paraíba (Simtrapli-PB).
Entre as principais reivindicações dos motociclistas estão o fim das taxas consideradas abusivas pelas plataformas, a definição de um valor mínimo por quilômetro que cubra os custos de combustível, manutenção e tempo de trabalho, além da rejeição a modelos de assinatura obrigatória oferecidos por aplicativos.
A categoria afirma que a paralisação busca chamar atenção para as condições de remuneração e os custos enfrentados diariamente pelos profissionais.
