sexta-feira, 21 de junho de 2019

Inverno chega e traz sensação térmica de até 11º C à Paraíba

O inverno começa nesta sexta-feira (21), às 12h54, com a promessa de chuvas regulares e temperaturas abaixo da média na Paraíba. Os termômetros podem despencar aos 14ºC na região próxima ao município de Monteiro, no Cariri, com sensação térmica de 11º C em virtude dos ventos. Para o estado, a temperatura média será de 17º C, segundo previsão da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), e as temperaturas mais baixas ocorrem no final de julho e início de agosto.

“A tendência é que as temperaturas sejam abaixo da média pelo período ter maior intensidade de chuvas e mais regularidade, ou seja, chuva mais regularidade tende a resfriar mais a atmosfera. Há um transporte muito grande de sistemas frontais mais ao Norte e isso deve provocar a queda da temperatura sobre todo o Brasil”, explicou o meteorologista Alexandre Magno, gerente executivo de Monitoramento Hidrométrico da Aesa.

As temperaturas devem oscilar na região do Agreste, chegando a 17ºC, em média. Já no Litoral, sempre é quente por conta do calor e da umidade do Oceano Atlântico que é transportada para a costa.

“A região onde faz mais frio é no Cariri, e próximo a Monteiro, deve chegar a 14ºC”, destacou. Em João Pessoa, por exemplo, já é possível perceber uma redução da temperatura após as chuvas, mas com a chegada do inverno, pode esfriar ainda mais.

Áreas de risco
Os transtornos que ocorrem nas cidades, como deslizamento de barreiras e alagamentos, são decorrentes do processo de urbanização. Com isso, conforme Alexandre Magno, a Defesa Civil deve dar as devidas orientações para áreas de risco e estará atuando de forma efetiva na região.

“A população deve, sempre que vir algum sinistro, procurar a Defesa Civil que dará toda orientação e coordenadas”, alertou o meteorologista.

Ele disse ainda que, de acordo com o prognóstico trimestral, as chuvas serão normais a acima da média, em áreas isoladas, como está acontecendo. “As chuvas mais intensas foram na faixa litorânea e decresceram muito em direção ao Brejo e Agreste”, acrescentou o gerente executivo de Monitoramento Hidrométrico da Aesa.

* Lucilene Meireles, do Jornal CORREIO.

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Balanço Geral - Correio FM 98.1

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