Distanciado politicamente há
16 anos do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o ex
governador e candidato ao Senado José Maranhão (PMDB), descartou qualquer
possibilidade de retomada de aliança com tucano. Em entrevista colunista
Arimatéa Souza, do Jornal da Paraíba, José Maranhão, revelou que o seus reencontros
com o senador Cássio Cunha Lima, antes da campanha, ocorreram em função da
própria condição política. Ele revelou ainda que apesar de estar distanciado
politicamente de Cássio há 16 anos, sempre manteve uma relação respeitosa com o
tucano.
“Os
meus encontros com Cássio ocorreram em função da própria condição política que
eu e ele ocupamos. Em determinado momento, foi preciso haver um diálogo. Apesar
de nós estarmos distanciados politicamente há 16 anos, sempre mantivemos uma
relação respeitosa (...) Não foi difícil ter a conversa no âmbito da política e
do entendimento pluripartidário.
Maranhão descartou no entanto, qualquer possibilidade de retomada do diálogo com Cássio. “Evidente que guardando o respeito aos princípios e à própria condição política de cada um, nós não formamos nenhuma aliança” disse.
Durante
a entrevista, José Maranhão disse ainda que o Senado sempre foi a casa em que
as pessoas mais experientes e vividas na vida pública têm assento e que se
sempre preparado para ocupar uma das cadeiras do parlamento. “No Senado romano
era assim (...) Eu me considero apto a exercer esse mandato com dignidade e
eficiência” disse.
Em relação a Lucélio Cartaxo, candidato do PT ao Senado, Maranhão disse que “Lucélio é a voz desautorizada de um adversário, que deveria ter mais respeito. Deveria ter uma postura ética”. “Isso pode refletir um certo despeito” afirmou. Para José Maranhão as pessoas não estão satisfeitas com o modelo político e gerencial do Brasil e resolveram se libertar dos partidos. E hoje o voto dado às pessoas é muito mais forte que o voto dado às legendas. Falando sobre a salada partidária registrada nos apoios políticos das eleições deste ano, ele disse que tem consciência disso, mas respeita, sabendo que o eleitor é que tem o direito maior de fazer a sua escolha.
“Daí a mistura (partidária, nos apoios). Eu tenho consciência absoluta disso. Sei disso e respeito isso. Como políticos, temos que reconhecer que o direito maior é o do cidadão, de fazer a sua escolha (...) O eleitor nunca aceitou a camisa-de-força do voto vinculado (no regime militar)... Esse fenômeno é muito forte nessa eleição e vai ser predominante.
Maranhão
também fez críticas ao atual modelo de governar à Paraíba do socialista Ricardo
Coutinho. “É irrecusável o direito que a sociedade tem de discordar do modelo
político e administrativo que tem aí. As pessoas não estão satisfeitas. Elas
querem buscar compromisso com a mudança.
Na visão de José Maranhão, essa campanha é muito diferente das demais, onde os eleitores não percebem o fervor e a agitação de outros pleitos. “Essa campanha está muito diferente. Você não vê o fervor e a agitação que havia em outras eleições. Até a quantidade de publicidade (nas casas e veículos) é muito pequena. E isso tem muito a ver com a insatisfação da sociedade com o modelo gerencial e comportamento dos políticos.
Maranhão descartou no entanto, qualquer possibilidade de retomada do diálogo com Cássio. “Evidente que guardando o respeito aos princípios e à própria condição política de cada um, nós não formamos nenhuma aliança” disse.
Em relação a Lucélio Cartaxo, candidato do PT ao Senado, Maranhão disse que “Lucélio é a voz desautorizada de um adversário, que deveria ter mais respeito. Deveria ter uma postura ética”. “Isso pode refletir um certo despeito” afirmou. Para José Maranhão as pessoas não estão satisfeitas com o modelo político e gerencial do Brasil e resolveram se libertar dos partidos. E hoje o voto dado às pessoas é muito mais forte que o voto dado às legendas. Falando sobre a salada partidária registrada nos apoios políticos das eleições deste ano, ele disse que tem consciência disso, mas respeita, sabendo que o eleitor é que tem o direito maior de fazer a sua escolha.
“Daí a mistura (partidária, nos apoios). Eu tenho consciência absoluta disso. Sei disso e respeito isso. Como políticos, temos que reconhecer que o direito maior é o do cidadão, de fazer a sua escolha (...) O eleitor nunca aceitou a camisa-de-força do voto vinculado (no regime militar)... Esse fenômeno é muito forte nessa eleição e vai ser predominante.
Na visão de José Maranhão, essa campanha é muito diferente das demais, onde os eleitores não percebem o fervor e a agitação de outros pleitos. “Essa campanha está muito diferente. Você não vê o fervor e a agitação que havia em outras eleições. Até a quantidade de publicidade (nas casas e veículos) é muito pequena. E isso tem muito a ver com a insatisfação da sociedade com o modelo gerencial e comportamento dos políticos.
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