O debate
promovido pela Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Paraíba
(ADUEPB), realizado na manhã desta quarta-feira (10), no Centro de Integração
Acadêmica, Câmpus de Bodocongó, foi marcado por vaias e aplausos ao senador
Cássio Cunha Lima candidato ao governo pelo PSDB. Dos seis candidatos ao
Palácio da Redenção, apenas o senador Cássio, Tárcio Teixeira (PSOL) e Antônio
Radical do PSTU compareceram ao debate.
Como
já era previsto, o senador Cássio roubou a cena do debate. Logo na chegada na
Central de Aulas ele foi recebido debaixo de uma vaia organizada por um grupo
de estudantes. Os estudantes chegaram e erguer
cartazes repudiando o que eles chamaram de “Ficha Suja”. Do outro lado, outro
grupo gritou mais alto, aplaudindo o senador tucano. As vaias e os aplausos se
misturaram durante todo o debate. Por diversas vezes os três debatedores foram
interrompidos pelo barulho dos manifestantes.
Cássio, Tárcio e Antônio Radical, apresentaram algumas propostas na área de educação e lamentaram a quebra da autonomia da UEPB. Os três centraram fogo no governador Ricardo Coutinho (PSB), apontado por eles como responsável pela quebra da autonomia e, consequentemente, pela grave crise financeira que a instituição atravessa.
Em
meio a vaias e aplausos, Cássio disse que a UEPB era tida até recentemente como
uma ilha de excelência no ensino, pesquisa e extensão no Nordeste, mas
que está com seu futuro comprometido, "por conta do tratamento que vem
recebendo do governador Ricardo Coutinho, desde que este assumiu o comando do
Estado, ignorando por completo a autonomia da instituição”, afirmou.
De acordo com Cássio, recentemente, o governador passou por cima do Conselho Superior da instituição que homologara um reajuste de 6% para os servidores e retirou 1%, desrespeitando claramente a autonomia da universidade, intervenção que foi objeto de criticas de deputados na Assembleia Legislativa.
Cássio
finalizou dizendo que a redução do repasse vinha acontecendo desde 2011,
quando, na época o governador alegou que o estado estava com os gastos acima do
limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e sugeriu a queda dos duodécimos até o
restabelecimento da economia. “Além da redução, o governador determinou o
fechamento da conta-tesouro que a universidade tinha e com isso a movimentação
financeira da instituição passou a ser vinculada à administração geral do
Estado, mandando a autonomia garantida em lei às favas”, ressaltou.
Tárcio Teixeira e Antônio Radical também lamentaram a crise que a UEPB enfrenta e garantiram que se eleito, iriam lutar para restaurar a autonomia financeira. Os dois candidatos também destacaram a importância da UEPB para a Paraíba, citada por eles como patrimônio da Paraíba.
Nota de Vital - A assessoria do senador Vital do Rêgo encaminhou uma nota a ADUEPB explicando os motivos da ausência do parlamentar. Na nota a assessoria de Vital esclareceu que há cerca de 30 dias, o jornalista Carlos Magno, coordenador da campanha do PMDB recebeu uma ligação da assessoria da Associação dos Docentes da UEPB, formulando o convite ao candidato ao governo pelo PMDB para participar do debate.
Na ocasião, Carlos Magno agradeceu o convite e disse que Vital gostaria muito de participar do debate, por entender ser o espaço oportuno para debater os grandes problemas da instituição, principalmente a sua crise financeira, gerada a partir da quebra da autonomia, no atual governo, comandado pelo candidato à reeleição Ricardo Coutinho, fato que, na época, teve o apoio de seu então aliado, hoje também candidato pelo PSDB ao Governo do Estado, Cássio Cunha Lima.
Todavia, Carlos Magno pediu à assessoria da ADUEPB para marcar, em conjunto com as assessorias dos demais candidatos, o debate em qualquer outro dia da semana menos na quarta-feira. Isso porque, o senador reservou as quartas feiras para cumprir agenda no Senado, onde preside, nesse dia, a Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ) e as CPI e CPMI da Petrobrás. Ele enfatizou que debateria em qualquer dia da semana, menos nas quartas-feiras.
COM PBAgora
Cássio, Tárcio e Antônio Radical, apresentaram algumas propostas na área de educação e lamentaram a quebra da autonomia da UEPB. Os três centraram fogo no governador Ricardo Coutinho (PSB), apontado por eles como responsável pela quebra da autonomia e, consequentemente, pela grave crise financeira que a instituição atravessa.
De acordo com Cássio, recentemente, o governador passou por cima do Conselho Superior da instituição que homologara um reajuste de 6% para os servidores e retirou 1%, desrespeitando claramente a autonomia da universidade, intervenção que foi objeto de criticas de deputados na Assembleia Legislativa.
Tárcio Teixeira e Antônio Radical também lamentaram a crise que a UEPB enfrenta e garantiram que se eleito, iriam lutar para restaurar a autonomia financeira. Os dois candidatos também destacaram a importância da UEPB para a Paraíba, citada por eles como patrimônio da Paraíba.
Nota de Vital - A assessoria do senador Vital do Rêgo encaminhou uma nota a ADUEPB explicando os motivos da ausência do parlamentar. Na nota a assessoria de Vital esclareceu que há cerca de 30 dias, o jornalista Carlos Magno, coordenador da campanha do PMDB recebeu uma ligação da assessoria da Associação dos Docentes da UEPB, formulando o convite ao candidato ao governo pelo PMDB para participar do debate.
Na ocasião, Carlos Magno agradeceu o convite e disse que Vital gostaria muito de participar do debate, por entender ser o espaço oportuno para debater os grandes problemas da instituição, principalmente a sua crise financeira, gerada a partir da quebra da autonomia, no atual governo, comandado pelo candidato à reeleição Ricardo Coutinho, fato que, na época, teve o apoio de seu então aliado, hoje também candidato pelo PSDB ao Governo do Estado, Cássio Cunha Lima.
Todavia, Carlos Magno pediu à assessoria da ADUEPB para marcar, em conjunto com as assessorias dos demais candidatos, o debate em qualquer outro dia da semana menos na quarta-feira. Isso porque, o senador reservou as quartas feiras para cumprir agenda no Senado, onde preside, nesse dia, a Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ) e as CPI e CPMI da Petrobrás. Ele enfatizou que debateria em qualquer dia da semana, menos nas quartas-feiras.
COM PBAgora