O senador e presidente do PMDB estadual, José Maranhão, afirmou que o ideal é que a aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho se estenda na maioria das cidades da Paraíba.
– Cada município tem a sua realidade e seus atores. Evidentemente que toda regra tem suas exceções. Vamos ter municípios em que a aliança com o PSB não vai se consubstanciar, por força das determinantes locais. Guarabira é um desses casos. Em João Pessoa, o diretório defende candidatura própria com a possibilidade de fazer aliança no segundo turno. Nas duas cidades que tem segundo turno, João Pessoa e Campina Grande, se não fizermos aliança no primeiro turno faremos no segundo – comentou.
Maranhão afirmou que as alianças em eleições estaduais são mais amplas do que as alianças nos municípios, pois frisou que é difícil conciliar os conflitos municipais.
Indagado se haveria possibilidade de uma aproximação com o PSDB do senador Cássio Cunha Lima, Maranhão ponderou que “existe uma evolução muito grande nos costumes políticos do Estado”.
– Existe uma independência do eleitor, em relação às conveniências das siglas partidárias. O adversário de hoje pode ser o correligionário de amanhã – pontuou.
As declarações repercutiram na Rádio Panorâmica FM.
Fonte:LF/paraibaonline
– Cada município tem a sua realidade e seus atores. Evidentemente que toda regra tem suas exceções. Vamos ter municípios em que a aliança com o PSB não vai se consubstanciar, por força das determinantes locais. Guarabira é um desses casos. Em João Pessoa, o diretório defende candidatura própria com a possibilidade de fazer aliança no segundo turno. Nas duas cidades que tem segundo turno, João Pessoa e Campina Grande, se não fizermos aliança no primeiro turno faremos no segundo – comentou.
Maranhão afirmou que as alianças em eleições estaduais são mais amplas do que as alianças nos municípios, pois frisou que é difícil conciliar os conflitos municipais.
Indagado se haveria possibilidade de uma aproximação com o PSDB do senador Cássio Cunha Lima, Maranhão ponderou que “existe uma evolução muito grande nos costumes políticos do Estado”.
– Existe uma independência do eleitor, em relação às conveniências das siglas partidárias. O adversário de hoje pode ser o correligionário de amanhã – pontuou.
As declarações repercutiram na Rádio Panorâmica FM.
Fonte:LF/paraibaonline