O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró foi hostilizado por passageiros em um voo entre Curitiba e Rio na tarde desta quarta feira (23). Ele recebeu autorização judicial para passar a o Natal com a família.
Cerveró está preso desde janeiro deste ano na capital paranaense no âmbito da Operação Lava Jato por envolvimento no esquema de corrupção da estatal.
Segundo o atleta Cristiano Marcello, 38, que estava no mesmo voo, dois passageiros gritaram ladrão para o preso, quando o avião pousou no Rio, por volta das 15h.
“Ninguém sabia que ele estava ali, foi tudo muito discreto. Ele embarcou antes de todos os passageiros e se sentou na última fila do avião, com dois policiais, sem algemas. Quando o avião pousar foi que vimos que ele estava lá. É vergonhoso, com tudo o que o país está passando, que ele tenha esse é beneficio”, disse Marcello.
Cerveró saiu pela porta de trás do avião, diferentemente do restante dos passageiros, e seguiu da própria pista do Aeroporto Santos Dumont em um carro da Polícia Federal.
Estadão
Cerveró está preso desde janeiro deste ano na capital paranaense no âmbito da Operação Lava Jato por envolvimento no esquema de corrupção da estatal.
Segundo o atleta Cristiano Marcello, 38, que estava no mesmo voo, dois passageiros gritaram ladrão para o preso, quando o avião pousou no Rio, por volta das 15h.
“Ninguém sabia que ele estava ali, foi tudo muito discreto. Ele embarcou antes de todos os passageiros e se sentou na última fila do avião, com dois policiais, sem algemas. Quando o avião pousar foi que vimos que ele estava lá. É vergonhoso, com tudo o que o país está passando, que ele tenha esse é beneficio”, disse Marcello.
Cerveró saiu pela porta de trás do avião, diferentemente do restante dos passageiros, e seguiu da própria pista do Aeroporto Santos Dumont em um carro da Polícia Federal.
Estadão