O governador Ricardo Coutinho (PSB) comentou nesta sexta-feira (10) uma possível paralisação das atividades da Polícia Militar. Ele afirmou que a corporação está sendo utilizada politicamente, o que considerou um desserviço à população e terrorismo, mas ressaltou que não teme as consequências.
“Eu sei que jamais essa polícia vai ser massa de manobra de absolutamente ninguém que por ventura tenha interesses eleitorais. Eu quero que a população saiba realmente quem é quem nesse jogo, e mais do que nunca observe o comportamento antiético de algumas pessoas que acham que podem mexer com algo tão grave”, afirmou o governador.
Ricardo Coutinho ainda acrescentou que a oposição está praticando terrorismo. “E um terrorismo burro. Um terrorismo incapaz de mostrar às pessoas o que está errado”, frisou, ressaltando a redução no número de homicídios na Paraíba.
“Aqueles que me fazem oposição acham que podem tocar fogo nas coisas, manipular a Polícia Militar. Acha que pode tocar pânico e terror na sociedade”, afirmou.
Em suas redes sociais, o secretário de Estado da Comunicação Institucional, Luis Tôrres, também se manifestou sobre o tema. Ele afirmou que político paraibanos estavam incitando a violência no estado. “Querendo usar as polícias como instrumento político”, pontuou.
A Associação das Mulheres, Mães e Pensionistas dos Policiais e Bombeiros Militares da Paraíba (Assemp) discute sobre um protesto que visa impedir a saída de viaturas do Batalhões da PM, em protesto semelhante ao que ocorre no Espírito Santo.
MaisPB
“Eu sei que jamais essa polícia vai ser massa de manobra de absolutamente ninguém que por ventura tenha interesses eleitorais. Eu quero que a população saiba realmente quem é quem nesse jogo, e mais do que nunca observe o comportamento antiético de algumas pessoas que acham que podem mexer com algo tão grave”, afirmou o governador.
Ricardo Coutinho ainda acrescentou que a oposição está praticando terrorismo. “E um terrorismo burro. Um terrorismo incapaz de mostrar às pessoas o que está errado”, frisou, ressaltando a redução no número de homicídios na Paraíba.
“Aqueles que me fazem oposição acham que podem tocar fogo nas coisas, manipular a Polícia Militar. Acha que pode tocar pânico e terror na sociedade”, afirmou.
Em suas redes sociais, o secretário de Estado da Comunicação Institucional, Luis Tôrres, também se manifestou sobre o tema. Ele afirmou que político paraibanos estavam incitando a violência no estado. “Querendo usar as polícias como instrumento político”, pontuou.
A Associação das Mulheres, Mães e Pensionistas dos Policiais e Bombeiros Militares da Paraíba (Assemp) discute sobre um protesto que visa impedir a saída de viaturas do Batalhões da PM, em protesto semelhante ao que ocorre no Espírito Santo.
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