Apesar da decisão da juíza Vanessa Andrade Dantas Liberalino da Nóbrega, da 1ª Vara Mista de Santa Rita, que revogou a prisão preventiva do vereador Wagner Lucindo de Souza, o parlamentar deve continuar preso.
Na decisão proferida ontem, a magistrada autorizou a liberdade do vereador mediante a imposição de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. No entanto, a juíza condicionou a soltura à inexistência de outro decreto prisional em vigor.
Ocorre que, em 26 de janeiro, a mesma magistrada havia negado liberdade ao parlamentar em outro inquérito, que apura homicídio qualificado. Com isso, Wagner permanece detido.
Defesa vai recorrer
O advogado de defesa, Alberdan Coelho, informou que irá recorrer da segunda decisão judicial.
“Ordem essa que é desnecessária, desarrazoável e desproporcional. E a defesa irá provar com a força do argumento o excesso”, afirmou o advogado.
Denúncia anterior
O vereador também responde a um processo referente a fatos ocorridos em 2016, quando foi denunciado por tentativa de homicídio.
De acordo com a denúncia, Wagner Lucindo teria efetuado três disparos de arma de fogo contra um homem. A vítima foi socorrida com vida por policiais militares e encaminhada ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.
O caso segue sob análise do Judiciário.
