Recorde de temperaturas globais coloca sistemas de saúde em alerta para os impactos do calor extremo
GENEBRA — A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou que as semanas atuais deste verão no Hemisfério Norte registraram algumas das médias de temperatura mais altas já medidas para o período. O fenômeno, impulsionado por uma combinação de pressões climáticas e correntes quentes no Atlântico, disparou alertas vermelhos em grandes metrópoles da Europa, Ásia e Estados Unidos.
Mais do que o desconforto, o calor extremo virou um problema crítico de saúde pública. Hospitais de grandes centros urbanos relatam um aumento expressivo nos atendimentos por desidratação severa e complicações cardiovasculares, afetando principalmente idosos e trabalhadores informais. Autoridades de saúde cobram a criação de "ilhas de resfriamento" e planos de contingência urbana permanentes.