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terça-feira, 25 de julho de 2017

“PSDB tem alternativas para 2018, mas precisa ter calma”, diz Pedro

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) afirmou que o seu partido possui alternativas para as eleições de 2018, mas é preciso ter calma. O parlamentar fez elogios à gestão do prefeito de São Paulo, João Doria, e voltou a defender o desembarque do governo Temer.

“Eu gosto do que João Doria tem feito. Tem uma linha corajosa. Ele consegue se posicionar e ser transparente nas ideias. Não tem medo de falar que é preciso reduzir o tamanho do Estado para ter uma eficiência maior”, pontuou.

Sobre o governo Michel Temer, o tucano ressalta apoio ao desembarque.

“Não tem como mais fazer parte diretamente do Governo. O PSDB tem a chance de mostrar a população que pode ser a favor de reformas que beneficiam o país, sem precisar ter cargos”, explicou.

Defensor de uma intensa reforma nos gastos da máquina pública, Pedro defendeu que haja transparência na contratação de Organizações Sociais pelo Governo do Estado para gerir setores da educação.

“Se o Estado não for cuidar da educação, ele vai servir para quê?”, indagou o tucano.

Ele questionou a medida anunciada pelo Governo. “Vai salvar a educação no penúltimo ano do segundo mandato? Por que não apresentou isso no início do mandato. Isso é tudo, menos nova política”, avaliou.

Segundo ele, as oposições planejam um projeto que será apresentado à Paraíba nas eleições de 2018, mas garante não pensar em cargo majoritário no momento.

Revisão dos custos do Judiciário

Durante a entrevista, Pedro fez duras críticas aos custos elevados para manter o Judiciário brasileiro. Ele destacou que a Justiça do país custa oito vez mais que a da Colômbia, por exemplo. Para o deputado, o Judiciário precisa entrar no debate com espírito público.

O parlamentar cita os gastos com veículos de luxo para ministros do Supremo Tribunal de Justiça. “Se brincar, o aluguel desse carro custa mais que o salário de um professor. É algo discrepante. Uma coisa que está escancaradamente errada”, pontuou.

Pedro defende que o Poder Público ‘corte na própria carne’ como forma de reduzir e moralizar os gastos. O tucano ainda criticou o o aumento nas alíquotas de PIS/Cofins para os combustíveis, promovida pelo Governo Federal.

“O Governo precisa cortar, por mais que seja o mínimo, é isso que a população espera”, frisou.
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