Acordo prevê que Livânia será condenada a, no máximo, 8 anos de prisão domiciliar

Uma pena de, no máximo, oito anos de reclusão que deverão ser cumpridos em regime de prisão domiciliar. Essa poderá ser o beneficio da delatora Livânia Farias caso ela seja condenada pela Justiça no âmbito da Operação Calvário, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos no Estado entre os anos de 2011 e 2018 na administração do ex-governador Ricardo Coutinho.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (15) pelo jornalista Anderson Soares. O acordo para a provável pena ‘máxima’ a que Livânia poderá ser condenada foi fechado com o Ministério Público da Paraíba (MPPB) para que ela delatasse o suposto esquema de corrupção.

Segundo Andreson, nos quatro primeiros anos de cumprimento da provável condenação serão em regime semiaberto domiciliar, onde  Livânia não poderá se ausentar da residência sem autorização.

A ex-secretária de Estado só poderá receber parentes de até 3º grau. Não poderá realizar festas e eventos sociais em sua residência. Já nos últimos quatro anos, o regime passa a ser aberto diferenciado (domiciliar), com as mesmas restrições.
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