Uma jovem de 21 anos foi pega, na manhã deste domingo (25), tentando entrar na Penitenciária Dr. Romeu Gonçalves Abrantes (PB 1), em João Pessoa, com serras, baterias e chips de celular escondidos na vagina. Ela está grávida de oito meses e é esposa de um preso que cumpre pena por tráfico de drogas, roubo e homicídio. O flagrante aconteceu por volta das 11h.
Foram apreendidos seis chips, cinco baterias e três serras. Após o flagrante, a jovem foi levada para um hospital e passou por exames que confirmaram que ela não carregava nenhum outro objeto no canal vaginal. Depois, ela foi encaminhada para a Central de Polícia, onde prestou esclarecimentos, e foi liberada.
A administração do PB 1 vai comunicar o ocorrido à Vara de Execuções Penais e processos devem ser abertos contra a jovem flagrada neste domingo. Ela deve ser proibida de visitar o marido por cerca de seis meses.
Segundo o diretor do presídio, Leandro Batista, o material estava envolto a uma luva de alta tensão. “As mulheres costumam usar luvas de alta tensão ou carbono por acreditar que eles vão impedir que o detector de metais indique um corpo estranho, mas o equipamento consegue sim identificar que existe algo diferente”, explica.
Ainda conforme Leandro Batista, esta foi a terceira grávida que tentou entrar na penitenciária com objetos escondidos nas partes íntimas em menos de uma semana. “Na quarta-feira flagramos uma com celular, na sexta-feira uma com drogas e hoje [domingo] essa com chips, baterias e serras. As grávidas aproveitam que não podem ser revistadas pelo scanner corporal, assim como as pessoas que têm marca-passo, e tentam burlar a segurança do presídio. Essa atitude está ficando cada vez mais recorrente”, lamentou o diretor do presídio.
Foram apreendidos seis chips, cinco baterias e três serras. Após o flagrante, a jovem foi levada para um hospital e passou por exames que confirmaram que ela não carregava nenhum outro objeto no canal vaginal. Depois, ela foi encaminhada para a Central de Polícia, onde prestou esclarecimentos, e foi liberada.
A administração do PB 1 vai comunicar o ocorrido à Vara de Execuções Penais e processos devem ser abertos contra a jovem flagrada neste domingo. Ela deve ser proibida de visitar o marido por cerca de seis meses.
Segundo o diretor do presídio, Leandro Batista, o material estava envolto a uma luva de alta tensão. “As mulheres costumam usar luvas de alta tensão ou carbono por acreditar que eles vão impedir que o detector de metais indique um corpo estranho, mas o equipamento consegue sim identificar que existe algo diferente”, explica.
Ainda conforme Leandro Batista, esta foi a terceira grávida que tentou entrar na penitenciária com objetos escondidos nas partes íntimas em menos de uma semana. “Na quarta-feira flagramos uma com celular, na sexta-feira uma com drogas e hoje [domingo] essa com chips, baterias e serras. As grávidas aproveitam que não podem ser revistadas pelo scanner corporal, assim como as pessoas que têm marca-passo, e tentam burlar a segurança do presídio. Essa atitude está ficando cada vez mais recorrente”, lamentou o diretor do presídio.